2016-11-28
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentaram, este mês, as estratégias para adequação a um novo modelo de gestação coletiva de matrizes suínas. A iniciativa está alinhada com o modelo europeu por meio do Projeto Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil.
A apresentação das ações a serem implantadas aconteceu durante o encontro “Estratégias do SVO e setor privado para adoção de gestação coletiva de matrizes suínas”, realizado em Foz do Iguaçu (PR), com a participação de produtores rurais, consultores e profissionais da suinocultura. Participaram também Janice Zanella, Diretora da Embrapa Suínos e Aves, e Charli Ludtke, da Coordenação Geral de Agregação de Valor do Departamento de Fomento às Cadeias Produtivas e Produção Sustentável do Mapa.
Durante o evento, foram realizadas palestras técnicas com práticas de manejo adotadas em agroindústrias e fazendas brasileiras, visando o compartilhamento de informações sobre o sistema em suas distintas formas de controle alimentar das matrizes.
Ludtke destacou a importância do projeto na condução das ações de adequação. “Foi excelente e está fazendo a transformação da suinocultura. Espero que, nos próximos anos, possamos continuar desenvolvendo mais projetos por parte desta coordenação. Estão somando muito às nossas ações.”
Segundo Liziê Pereira Buss, Médica Veterinária e Fiscal Federal Agropecuário da Comissão de Bem-estar Animal do Mapa, o encontro foi fundamental para a sensibilização dos profissionais a respeito da viabilidade deste sistema e do direcionamento da suinocultura brasileira para adoção da gestação coletiva. “Este é o segundo evento e temos mais cinco na nossa agenda a serem realizados em parceria com grandes eventos do setor em diferentes regiões do brasil. Uma demanda dos próprios suinocultores”, completa.
Ainda de acordo com ela, após o evento, também foi possível notar a busca do setor por maiores informações e conhecimento do novo sistema. “Fica clara a necessidade de investir em pesquisas sobre bem-estar animal no Brasil e sobre práticas de manejo mais racionais, além de sistemas de alojamento que favoreçam maior grau de bem-estar animal. Notamos um aumento significativo do número de empresas que vendem equipamentos de alimentação eletrônica para sistemas de gestação coletiva, segundo os mesmos, com boa demanda da cadeia produtiva”, finaliza.
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